Um voo da American Airlines de Miami para Quito, no Equador, foi forçado a fazer uma inversão de marcha de emergência sobre Cuba na noite de sábado, depois que um passageiro se tornou violentamente perturbador. O Boeing 737 MAX, voo 2259, declarou um código de emergência 7700 – usado para sequestro ou ameaças semelhantes – e retornou a Miami aproximadamente 74 minutos após o início da viagem.
O incidente foi grave o suficiente para que a aeronave entrasse em “bloqueio” temporário devido ao comportamento do passageiro, que exigiu pelo menos quatro pessoas para contê-lo. Foi reportada uma perturbação de nível 4 a bordo, indicando um alto grau de risco e caos. Ao pousar, os técnicos inspecionaram os freios do avião para garantir a segurança, pois a aeronave estaria significativamente mais pesada que o normal devido à carga de combustível restante do voo abortado.
Este incidente destaca uma tendência crescente de comportamento indisciplinado dos passageiros nas viagens aéreas, com vários casos semelhantes ocorrendo recentemente. Poucos meses antes, outro voo da American Airlines viu um passageiro tentar ferir seu pai com veneno e atacar membros da tripulação, resultando na contenção do indivíduo com fita adesiva. Outro passageiro foi igualmente contido após tentar abrir uma saída de emergência durante o voo.
A recorrência de tais eventos levanta questões sobre os protocolos de segurança, os exames de saúde mental dos passageiros e as pressões que contribuem para o comportamento extremo em ambientes de viagem fechados. Estes incidentes perturbam as operações, colocam em perigo a tripulação e os passageiros e sublinham a necessidade de estratégias melhoradas para prevenir ocorrências futuras.
Em última análise, estes eventos reflectem a natureza imprevisível do comportamento humano e os desafios de manter a ordem em ambientes de elevado stress como a aviação comercial.
























